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Nem a pandemia trava o negócio dos manjericos

Nem a pandemia trava o negócio dos manjericos

Joaquim Araújo, da Maia, é um dos maiores produtores nacionais e deve fazer chegar 40 mil vasos a todo o país.

A 15 dias do S. João, Joaquim Araújo, 57 anos, um dos maiores produtores de manjericos do país, não tem mãos a medir para as encomendas. Nem as limitações da covid-19, que levaram ao cancelamento da festa em municípios, como o Porto, Vila do Conde ou Braga, lhe estragaram o negócio. Antes pelo contrário. Segundo Joaquim, com plantação em Pedrouços, na Maia, onde também é presidente da Junta, cerca de 40 mil manjericos andam, por estes dias, a ser distribuídos por todo o país.

"É uma planta que parece que tem mel. Não é um produto de primeira necessidade, mas até parece. Há alturas que temos tudo programado para saírem 500 manjericos e, passadas duas horas, estão-nos a pedir mais 300", conta, orgulhoso, explicando que isto acontece "quando as lojas já venderam tudo e voltam a pedir mais". Uma realidade que "obriga a uma velocidade extra" dos funcionários que estão nos campos a colher.

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