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Joalharia de todo o mundo para ver na Exponor

Joalharia de todo o mundo para ver na Exponor

Após dois anos de paragem por causa da pandemia, a Exponor, em Matosinhos, abre as portas nesta quinta-feira a mais uma Portojóia e a expectativa é enorme. Até domingo, o certame reúne cerca de uma centena de empresas, apresentando os "avanços tecnológicos e talentos de novos criadores" do setor da joalharia.

Cerca de 10 mil visitantes passaram pelas edições anteriores. Este ano, a diretora de marketing da Exponor prefere não fazer prognósticos, por ainda ser cedo. De qualquer forma, Amélia Estevão adianta a presença de "empresas de quase todo o mundo, desde Brasil, Espanha, Turquia, Alemanha, Itália". "Portanto, queremos acreditar que podemos ultrapassar os números da última vez, em 2019", afirma, notando que o evento "possibilita o contacto de proximidade que o digital não permite".

Na sua 31. ª edição, sob o mote "Togetherness", a feira sublinha a aposta digital que se afirmou nos confinamentos e que "é o lado positivo da paragem, que obrigou as empresas e marcas a reinventarem-se e a fazer a transição", como nota Amélia Estevão: "Nós (Exponor) também sentimos necessidade, no período em que estivemos parados, de criar a plataforma digital da Portojóia para inovar a dinâmica da feira, que apresenta agora um modelo híbrido. No fundo, procuramos facilitar o cruzamento das tais experiências das marcas e empresas com os visitantes, porque acaba por funcionar como um espaço que permite contactar com os expositores antes, durante e depois da feira, prolongando o período de networking". Nesse sentido, salienta que "há uma ligação muito interessante entre a joalharia tradicional e as novas marcas, muitas delas nascidas já nesta era do digital".

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