Matosinhos

Mais partos no Hospital Pedro Hispano

Mais partos no Hospital Pedro Hispano

O Hospital de Pedro Hispano registou 1595 partos em 2021, mais 28 bebés do que no ano anterior.

Cerca de 70% dos nascimentos foram de bebés cujos pais não residem na área da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, na qual se integra do Pedro Hispano. Houve grávidas de vários pontos do país - de Vila Real a Santa Cruz das Flores, passando por Lisboa e Faro - a escolher o hospital de Matosinhos para o parto.

"Num ano em que o número de nascimento em Portugal atingiu mínimos históricos - 2021 registou um total nacional abaixo dos 80 mil bebés, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, a partir da realização dos "testes do pezinho" -, os resultados da atividade do Bloco de Partos do Hospital Pedro Hispano revestem-se de especial importância e são um motivo de orgulho para a instituição e seus profissionais", sublinha o hospital, em comunicado.

"Em 2020 nasceram 1 566 bebés no Hospital Pedro Hispano, número que subiu para 1 595 bebés em 2021, acompanhado de uma diminuição do número de partos por cesariana (428) comparativamente ao ano anterior (436)", contabiliza.

As "excelentes condições" hospitalares, uma unidade de neonatologia "de referência", uma equipa dedicada à humanização do parto e a continuidade do projeto Pai 24Horas, que permite a presença do pai ou acompanhante durante o período de internamento da mãe e bebé no serviço de Obstetrícia são razões apontadas para a procura crescente.

Como Hospital Amigo dos Bebés, o Pedro Hispano "cumpre e incentiva uma política de promoção do aleitamento materno, disponibilizando uma linha telefónica de apoio que funciona 24 horas (22 939 13 40).

Sayuri Renata foi a primeira bebé a nascer no Hospital Pedro Hispano no dia 1 de Janeiro de 2022. Nasceu pelas 8.45 horas de parto normal, com 3,236 quilos e 48,5 centímetros

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Filha de Carolina Diogo, portuguesa, e de Luís Santa Rosa, angolano, a pequena Sayuri deve o seu nome ao facto de a mãe ter crescido rodeada de lírios. "Na minha infância, na casa da minha avó havia muitos lírios e então como tenho essa imagem gostava que a minha filha tivesse um nome que representasse essa flor. Encontrei em japonês e fiquei muito feliz porque nos soa muito bem", explicou a mãe, num comunicado emitido pelo hospital.

A viver em Águas Santas, na Maia, o casal tem já um menino, o Duarte Rafael, de quatro anos.

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