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Matosinhos reivindica parte dos terrenos da refinaria para outros projetos

Matosinhos reivindica parte dos terrenos da refinaria para outros projetos

Matosinhos reivindica parte de terrenos de Leça para outros projetos. Fatura pode atingir 650 milhões do PIB regional.

Chegou a conta do fecho da refinaria de Leça. Matosinhos e a Área Metropolitana do Porto apanham em cheio com a fatura económica e social. Um estudo da Faculdade de Economia da Universidade do Porto calcula que o impacto do desmantelamento da unidade da Galp pode causar mais sete mil desempregados e uma queda de 1,1% (até 374 milhões de euros) no PIB da economia regional e de 5% no indicador de produção de Matosinhos (276 milhões). O município já reclama parte dos terrenos "para projetos alternativos".

"É muito legítimo que as entidades públicas reivindiquem que uma parte dos terrenos passem para a gestão pública, a fim de ali se centrarem investimentos que alavanquem a economia do município e da região. E que poderão possibilitar candidaturas a fundos comunitários, a fundos que resultem da Transição Social Justa, e ao Fundo Social Europeu, para proteção dos trabalhadores afetados por estas decisões", disse ao JN a presidente da Câmara de Matosinhos.

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