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Refinaria de Leça: "Há colegas que não conseguem conter as lágrimas"

Refinaria de Leça: "Há colegas que não conseguem conter as lágrimas"

Trabalhadores lutam contra o anunciado encerramento da refinaria de Matosinhos. "Níveis de ansiedade muito elevados". Alertam que há produtos que Sines não faz, o que vai deixar o país dependente.

A notícia caiu como uma bomba, a poucos dias da consoada, e entre os trabalhadores da refinaria da Galp em Matosinhos persiste um sem-fim de dúvidas à espera de resposta. A decisão de encerrar apanhou João Marinho de surpresa. Trabalha na fábrica de óleos base há quase duas décadas e não encontra "motivo" para a "destruição" do complexo industrial instalado em frente ao mar de Leça da Palmeira. Telmo Silva, César Martins e Carlos Cunha também buscam explicações. São quatro rostos entre as centenas de trabalhadores da Petrogal. Recusam baixar os braços e prometem lutar para reverter o fim da refinação no Norte. Até porque, alertam, há produtos fabricados em Matosinhos que não são produzidos em Sines.

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