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Serviço de Urgência está sem diretor desde janeiro

Serviço de Urgência está sem diretor desde janeiro

Médicos acusam administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa de não ter preparado meios para fazer face à segunda vaga da pandemia.

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) está desde 15 de janeiro sem diretor do Serviço de Urgência. Esta é uma das críticas apontadas ao JN por médicos que trabalham num hospital que, na última semana, viveu "um cenário de guerra". Os mesmos clínicos garantem que o problema da sobrelotação, que se verifica todos os invernos, já era expectável, mas que, para além de algumas "medidas avulsas", nada foi feito, desde a primeira vaga da pandemia, para o minimizar.

Filipe Serralva foi nomeado diretor da Urgência em 2 de julho do ano passado, mas não esteve sete meses no lugar. A 15 de janeiro renunciou à função, em rota de colisão com a administração. Desde então, o cargo não voltou a ser preenchido, embora já tenha sido escolhida a médica que irá substituir Serralva. Este será um dos motivos para que a Urgência do Hospital Padre Américo, que com a unidade de Amarante constitui o CHTS, tenha atingido a rotura.

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