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Aparelhos "topo de gama" ajudam Hospital de S. João a melhorar serviços

Aparelhos "topo de gama" ajudam Hospital de S. João a melhorar serviços

O Centro Hospitalar Universitário de S. João (CHUSJ) investiu 2,6 milhões de euros num novo equipamento de ressonância magnética e numa moderna sala de angiografia digital.

É o "topo de gama" das máquinas de angiografia digital, solta Maria Luís Ribeiro da Silva, médica de Neurorradiologia do CHUSJ,, no Porto, visivelmente feliz pela mais recente aquisição.

O aparelho que custou 1, 2 milhões de euros, e que entrou em funções há cerca de um mês, é também utilizado pelos serviços de Radiologia e Cirurgia Vascular.

Segundo Maria Luís Ribeiro da Silva, uma das vantagens deste aparelho é que "permite reduzir de forma significativa a dose de radiação a que os pacientes estão expostos, assim como realizar técnicas de intervenção com maior segurança, com uma qualidade de imagem única".

Também o tempo de intervenção diminuiu: na máquina mais antiga demorava cerca de 50 minutos, nesta ronda a meia hora.

Desde que o novo angiógrafo está funcionar, só no serviço de Neurorradiologia têm passado uma média de "cinco a seis pessoas por dia", frisa a médica, convicta que "os 300 tratamentos por ano" vão ter um acréscimo de "mais 100".

Também António Madureira, diretor do serviço de Radiologia, referiu ao JN que esta aquisição "vai permitir uma resposta mais atempada e de maior qualidade ao crescente número de pedidos, quer programados, quer de urgência ", acrescentando que este novo aparelho "vem duplicar a capacidade de resposta do CHUSJ".

Os mesmos benefícios são reconhecidos por José Fernando Teixeira, diretor do serviço de Cirurgia Vascular, salientando que uma das mais-valias desta máquina "é não só fazer o diagnóstico do paciente, como partir logo para o seu tratamento". E acrescentou: "Esta nova sala vai permitir uma duplicação dos recursos técnicos, e representa uma evolução em termos de equipamentos técnicos que se traduz numa maior rapidez do procedimento. E isso faz com que haja menor dose de contraste e menor dose de radiação".

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Também esta semana, começou a funcionar um novo equipamento de ressonância magnética (RM) de alto campo, que permitirá aumentar de forma relevante o número de exames efetuados no CHUSJ.

A nova máquina custou 1,4 milhões de euros e, de acordo com António Madureira, este equipamento vai permitir realizar "ressonâncias de corpo inteiro e biópsias mamárias guiadas por ressonância magnética", uma ferramenta importante, sobretudo quando as lesões não são visíveis nas mamografias e ecografias.

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