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As curiosidades do novo Bolhão

As curiosidades do novo Bolhão

O Mercado do Bolhão esteve quatro anos fechado para reabilitação.

Inicialmente, o custo da empreitada de restauro e modernização do Mercado do Bolhão, adjudicada ao agrupamento Alberto Couto Alves, S.A. e Lúcio da Silva Azevedo & Filhos, S.A., era de 22,3 milhões de euros. Os trabalhos de requalificação prolongaram-se por quatro anos (e não dois, como era esperado) e o custo da obra aumentou para 25,7 milhões de euros.

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Reabilitar o mercado custou mais 15% do que previsto, mas a intervenção total incluiu desvios de linhas de água, a construção de uma cave logística e um acesso em túnel, cuja obra foi de 4,3 milhões. Assim, a "Operação Bolhão" ascendeu aos 50 milhões de euros.

A intervenção envolveu a recuperação das 70 caixilharias em ferro fundido de diversos tamanhos e formas, os adornos da fachada (os florões e dentilhões), as colunas, varandas e consolas da cobertura.

Eram elementos que não existiam mas que para a nova logística do mercado serão vitais. Uma ponte/viaduto ligará também as ruas de Alexandre Braga e de Sá da Bandeira (do género da que já existia).

A comercialização de produtos frescos vai manter-se no rés do chão do mercado que acomodará 81 bancas. O piso superior ficará reservado para a restauração, com espaço para dez estabelecimentos.

Tal como a zona da restauração, muitas das lojas do exterior do mercado não abrirão hoje. As obras de requalificação vão prosseguir e os diferentes espaços abrirão portas ao longo dos próximos meses.

Este elemento foi preservado no processo de reabilitação e manterá viva a tradição de avisar, diariamente, o início da atividade do mercado. Está localizado na entrada da Rua de Fernandes Tomás.

A padroeira dos comerciantes do Bolhão voltou ao seu nicho no passado sábado. Durante os quatro anos das obras, a imagem de Nossa Senhora da Conceição esteve com eles no mercado temporário.

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