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Bombeiros Voluntários do Porto estão "fartos de serem perseguidos"

Bombeiros Voluntários do Porto estão "fartos de serem perseguidos"

Os Bombeiros Voluntários do Porto estão cada vez mais longe de chegar a um entendimento com a atual direção da corpopração. Depois de, na semana passada, os responsáveis da corporação terem enviado um comunicado, apresentando vários argumentos sobre o estado em que encontraram a instituição, quando tomaram posse em 2019, eis agora um documento enviado, esta terça-feira, pelos bombeiros e comando contestando algumas afirmações feitas pela direção.

No texto explicam que "só estão a ser assegurados serviços mínimos da associação em virtude dos bombeiros voluntários estarem cansados e fartos de serem perseguidos pela atual direção".

No documento, os Bombeiros Voluntários do Porto referem também que "não estão a assegurar a emergência pré-hospitalar, devido à falta de meios humanos credenciados para efetuar tais serviços, tendo nesta altura apenas três bombeiros voluntários ao serviço credenciados" para isso, uma vez que "os restantes foram despedidos ou pediram transferência" para outras corporações.

Os bombeiros, tal como já haviam contado ao JN, recordaram que lhes foi retirado "todo o equipamento de proteção individual bem como os rádios Siresp e aparelhos respiratórios, de forma a impossibilitar este corpo de bombeiros na prestação de socorro aos portuenses".

No comunicado, os bombeiros destacam ainda o facto de a associação ter sido "alvo de uma inspeção, por parte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil" e de não ter aparecido "qualquer elemento da atual direção para receber o respetivo inspetor e facilitar o trabalho do mesmo".

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