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Calha na estação de S. Bento é medida de proteção dos azulejos

Calha na estação de S. Bento é medida de proteção dos azulejos

Terminada a reparação do teto e cobertura da estação de S. Bento, no Porto - intervenção que esteve a cargo da Infraestruturas de Portugal -, começaram a surgir críticas, sobretudo nas redes sociais, à "incompetência e inconsciência" de quem colocou "uma calha em pleno painel de azulejos".

Mas a estrutura branca, posta nas laterais do patamar de entrada da estação, por cima das portas, tem afinal um objetivo: é um tensiómetro e serve, precisamente, para monitorizar a tensão a que os azulejos podem estar a ser sujeitos por causa das obras de construção da Linha Rosa do metro.

A calha está, afinal, a proteger o património e não a prejudicá-lo, como muitos pensaram.

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Ao que o JN conseguiu apurar, junto da Direção Regional de Cultura do Norte, entidade que esteve a acompanhar os trabalhos de restauro na estação, o tensiómetro "é uma solução provisória" para atestar se os azulejos poderão sofrer alguma alteração devido às oscilações do terreno, estando previsto ser retirado no final das obras do metro, o mais tardar em 2024.

Na Praça da Liberdade decorre uma intervenção por causa do rio da Vila e de um conjunto de linhas de água pluviais, que exige a construção de um túnel a cerca de 20 metros de profundidade e com quase quatro metros de diâmetro.

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