Porto

Câmara vota adjudicação de projetos para casas em Lordelo do Ouro

Câmara vota adjudicação de projetos para casas em Lordelo do Ouro

A Câmara do Porto vota nesta quinta-feira a adjudicação, por ajuste direto, dos projetos para a construção de 300 a 320 habitações em terrenos municipais localizados em Lordelo do Ouro. São três contratos a assinar com os vencedores dos concursos lançado pela Autarquia e que representam um total de 1,53 milhões de euros.

A proposta visa concretizar os "procedimentos de contratação de empreitada relativa à execução de obras para habitação destinada ao mercado de arrendamento a custo acessível e reabilitação de áreas habitacionais municipais em Lordelo", diz a proposta assinada pelo vereador do Urbanismo, Pedro Baganha.

Em causa estão três projetos. O primeiro refere-se ao projeto de execução das obras de urbanização e requalificação de espaço público e paisagismo, da autoria do gabinete Azuis Espontâneos Lda, constituído pelos arquitetos João Castelo Branco, Benedita Silva Pinto e Jorge Miguel Hugo Magalhães. O preço-base do contrato ascende aos 433 mil euros.

O segundo tem a ver com o projeto de execução das obras para cada um dos primeiros três edifícios de habitação coletiva, da autoria de Francisco Pinto, Maria Eduarda Souto de Moura e Francisco Pina Cabral. O preço-base de contrato é de 629 mil euros.

O terceiro projeto prende-se com cada um dos restantes dois edifícios, da autoria dos arquitetos Filipe Madeira e Vânia Saraiva. O preço-base do contrato ronda os 470 mil euros.

"Qualquer um dos preços-base a estabelecer nos três contratos, calculados ainda sem IVA, incluem trabalhos de revisão e aprofundamento do estudo prévio, bem como a elaboração do anteprojeto e do projeto de execução e serviços de assistência técnica. Agora caberá a cada uma das três entidades concorrentes, com quem o município pretende celebrar os ajustes diretos, apresentar a proposta em respeito pelo caderno de encargos", explica a Câmara.

O projeto de habitação acessível de Lordelo do Ouro será pago integralmente com fundos municipais, representando um investimento de 44 milhões de euros.

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"Este projeto vai ainda permitir a reorganização urbanística de toda aquela zona, envolvida pelos bairros de Pinheiro Torres e Mouteira, criando um grande contínuo urbano. Por outro lado, adquire uma dimensão ambiental relevante, ao renaturalizar a Ribeira da Granja", acrescenta o Município.

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