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Carregal e vizinhança sitiados por obra do Metro do Porto

Carregal e vizinhança sitiados por obra do Metro do Porto

Aos primeiros dias do corte de três anos da Rua Clemente Meneres, moradores e comerciantes já sofrem efeitos da empreitada da estação.

Se já tinham levado com um primeiro impacto dos trabalhos de expansão do Metro e da futura Linha Rosa, quando, em setembro, o Jardim do Carregal foi cortado a meio, vedando a passagem a muita frequência pedonal, moradores e comerciantes da Rua Clemente Meneres levam, agora, com o cenário mais temido, anunciado para um mínimo de três anos. O corte ao trânsito abriu caminho à maquinaria para a construção da estação do Hospital de Santo António, desviou automóveis, entaipou passeios, vedou garagens e limitou o acesso pedonal aos residentes. Queixam-se, sobretudo, os estabelecimentos comerciais, que já constituíram um advogado para obtenção de possíveis reparações. Fonte da Metro do Porto diz ao JN que a empresa "está a estudar compensações".

"De 12-1-22 a 21-10-24". À entrada do estaleiro, anuncia-se a duração dos trabalhos de construção da futura estação do metro. "Mas isso é se correr bem. Também pode demorar quatro a cinco anos. Foi o que nos disseram nos contactos com a Metro. Seja como for, bastaram dois dias para se notar a quebra abrupta dos clientes. A esta horas, pelas 16.30 horas, ainda estava a servir almoços, agora, é o que se vê. Nem lanches", diz a proprietária da Tasquinha Zé Povinho.

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