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Começou a obra da Linha Rosa no Porto

Começou a obra da Linha Rosa no Porto

Tiveram início os trabalhos no terreno visando a construção da Linha Rosa, que ligará São Bento à Casa da Música, no Porto. Quase em simultâneo, principiou a extensão da Linha Amarela, entre Santo Ovídio e Vila d´Este, em Gaia.

Nas imediações da Rotunda da Boavista, no gaveto com a Avenida de França, no Porto, no espaço da futura estação da Casa da Música II, as máquinas já são visíveis. A par do derrube do muro que circunda a área, estão a decorrer ações de limpeza, assim como de instalação de estaleiros e de prospeção arqueológica.

A obra ainda não tem impacto na zona quanto à circulação automóvel, pelo que, de momento, não há qualquer tipo de condicionamento rodoviário. Mas, em breve, nomeadamente na Avenida de França, o avanço da empreitada causará restrições.

Esta operação é multifacetada, daí que a empresa Metro do Porto tenha articulado os processos com a Autarquia, as entidades responsáveis pelo Património e a Agência Portuguesa do Ambiente, entre outras.

Ainda na Linha Rosa está em curso uma nova fase de prospeção arqueológica na Praça da Liberdade. Dentro de semanas haverá trabalhos em várias frentes, incluindo nas zonas do Hospital de Santo António e da Praça da Galiza, os outros locais com estações.

Quase em simultâneo está em desenvolvimento a empreitada da extensão da Linha Amarela, que ligará Santo Ovídio a Vila d'Este, em Gaia. Foi montado o estaleiro social do consórcio Ferrovial/ACA no início da Estrada Nacional 222, junto à estação de metro de D. João II.

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Durante a próxima semana será encerrado o parque de estacionamento público situado na Rua de Conceição Fernandes, em frente ao Centro Hospitalar Gaia/Espinho.

Neste sítio terão lugar os trabalhos preparatórios para a construção da saída do túnel que devolverá o metro à superfície, após a estação subterrânea de Manuel Leão. Entre as paragens de Santo Ovídio e de Manuel Leão haverá um viaduto seguido de um túnel. No traçado, o metro regressa à superfície na estação a construir diante do hospital, no parque agora a desativar.

Os restantes espaços de estacionamento público do hospital vão manter-se em funcionamento. Nestes primeiros tempos, a obra não implicará qualquer desvio de trânsito. Na Rua de Conceição Fernandes, principal acesso à unidade hospitalar, a circulação fluirá normalmente.

Quando a extensão da Linha Amarela estiver concluída haverá um novo parque de estacionamento no lugar daquele que fecha dentro de dias. Terá uma configuração diferente.

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