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Comércio definha na Baixa do Porto: "A minha loja é muito antiga e também tem os dias contados"

Comércio definha na Baixa do Porto: "A minha loja é muito antiga e também tem os dias contados"

Somam-se os espaços fechados nas ruas 31 de Janeiro e Santo Ildefonso, que já foram das mais fortes no comércio da Baixa do Porto. Críticas às rendas altas.

É como uma morte anunciada. Aos poucos, somam-se as lojas fechadas entre as praças dos Poveiros e de Almeida Garrett, no coração da Baixa do Porto. Ligadas pela emblemática Praça da Batalha, as ruas de Santo Ildefonso e 31 de Janeiro, que já fizeram parte do roteiro das compras dos portuenses, contam várias montras tapadas e portas trancadas.

Com quase meio século de existência, a Santil, que vende têxteis-lar e roupa interior, está prestes a juntar-se ao rol de estabelecimentos tradicionais que vão desaparecendo na Invicta. Um investidor comprou o prédio, junto à igreja de Santo Ildefonso, às portas da Praça da Batalha, está a fazer obras no edifício e já comunicou a Alberto Ribeiro que terá de deixar a loja. No mesmo imóvel, o café Bocage, que ali funcionou durante décadas, já foi despejado, conta o comerciante.

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