Premium

Cultura africana cresce no Porto. "Ritmos já não têm cores ou bandeiras"

Cultura africana cresce no Porto. "Ritmos já não têm cores ou bandeiras"

Sonhos de infância, falta de produtos e paixão pelos ritmos dão forma a cada vez mais espaços de promoção da cultura africana no Grande Porto.

"Há oito anos, se ouvíssemos uma música afro num carro, em quase 90% das situações estaria um nativo dentro do veículo. Hoje, os ritmos estão muito generalizados e ouvimos kizomba no carro, na televisão, nos centros comerciais", explica o português Ricardo Sousa, 35 anos, professor de dança e sócio-proprietário do Muxima Bar, em Gaia. "Houve uma massificação e uma abertura a estes ritmos que já não têm idades, cor ou bandeiras", remata.

Nos últimos anos, o Porto tem vindo a assistir ao aumento de estabelecimentos comerciais onde se partilha a cultura africana. Só na Rua de Santa Catarina, existem duas mercearias, uma loja de artesanato e outras cinco de beleza e estética.

Outras Notícias