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El Corte Inglés repudia associação do seu nome a incêndio na antiga estação da Boavista

El Corte Inglés repudia associação do seu nome a incêndio na antiga estação da Boavista

O El Corte Inglés repudiou a associação do nome da empresa ao incêndio que afetou a antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto, local para onde tem prevista a implementação de um projeto que inclui um armazém comercial, um hotel e um edifício de comércio, habitação e serviços.

Em comunicado enviado ao JN, considera que foram "ultrapassados todos os limites da decência" e que foi "colocado em causa o seu bom nome e o bom nome dos seus milhares de trabalhadores", ao ser associado o "incêndio na estação da Boavista, de cujos terrenos é o El Corte Inglés promitente-comprador, aos legítimos interesses de investimento da empresa na cidade do Porto".

"O El Corte Inglés Grandes Armazéns S. A. é uma empresa portuguesa que se rege pelas regras da República e pauta pela mais rigorosa conduta ética, legal e comercial", sublinha o comunicado, que acrescenta: "O El Corte Inglés e a sua Direção em Portugal desejam continuar a investir no nosso país, promovendo o progresso da sociedade através do investimento em espaços comerciais de qualidade".

"Associar, como parece decorrer tanto das declarações do chamado "Movimento por um Jardim na Boavista", como das informações acerca do projecto preconizado pelo El Corte Inglés para aquele espaço, o nome desta empresa a alegadas intenções criminosas ou suspeitas equivale a denegrir a reputação do El Corte Inglés, o que não pode merecer outra declaração que não a do mais vigoroso repúdio e a mais veemente repulsa", conclui o comunicado.

O incêndio que deflagrou na madrugada da passada sexta-feira, pelas 3.30 horas, danificou o edifício da antiga estação ferroviária da Boavista, para o qual há um pedido de classificação municipal. Segundo a PSP, não havia suspeitas de crime.

Na sequência do fogo, o "Movimento por um jardim na Boavista" apelou às autoridades que investigassem as causas e os responsáveis pelo incêndio "criminoso".

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A Infraestruturas de Portugal, ainda proprietária do imóvel, anunciou o levantamento de um auto de notícia e admitiu que poderia "verificar-se a apresentação de uma queixa-crime contra desconhecidos".

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