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Em meio ano, ala pediátrica do S. João recebeu mil crianças

Em meio ano, ala pediátrica do S. João recebeu mil crianças

Neonatologia ao lado da sala de partos garante ação médica rápida. Pais com privacidade elogiam condições.

Sentado no colo do pai, Tomás, de 18 meses, brinca como se na sala de estar de casa estivesse. E esquece-se de que, afinal, dois pisos acima, fica o quarto onde, há um mês, foi internado. Nos últimos seis meses, aquele lugar já foi o refúgio de mais de mil crianças, tantas quantos os internamentos que a nova ala pediátrica do Hospital de S. João, Porto, recebeu desde a inauguração, em dezembro.

Embrulhado em pensos e ligaduras, Tomás ocupa-se no "faz de conta" e dá um biberão a um nenuco. Queimou-se com água a ferver. "Conseguiu, em bicos de pés, chegar ao tacho que estava no fogão. Tinha pegas largas", contou Bruno Ferreira, de 31 anos. Um episódio que o pai descreve como "traumatizante", mas que foi atenuado no S. João, na primeira unidade pediátrica de queimados do Norte.

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