Porto

Entusiasmo redobrado na abertura do Circo de Natal do Coliseu

Entusiasmo redobrado na abertura do Circo de Natal do Coliseu

Associação JN Solidário proporcionou experiência única a crianças ligadas a instituições de solidariedade do Porto

Para muitos, foi a estreia no circo. Como o pequeno Lucas, de quatro anos, que, acompanhado pelos pais, Luís e Luísa, de Vila do Conde, pôde finalmente ver ao vivo os palhaços que se habituou a ver na televisão. "Depois de quase dois anos fechados em casa, vir ao circo tem um significado especial", afirmou Luís Silva, de pronto corroborado pela esposa, para quem "não há Natal sem uma ida de toda a família ao circo".

Nesta quarta-feira, num lotado Coliseu do Porto, o entusiasmo da família de Lucas não foi um caso isolado. Por causa da pandemia ou não, a euforia que antecede qualquer espetáculo pareceu redobrada, tal o acolhimento caloroso que antecedeu cada novo número apresentado.

Um Natal diferente

Da atuação do "clown" David Vicente às acrobacias do Balleteatro & Radar 60, muitos foram os artistas que disputaram as atenções. Particularmente efusiva foi a reação ao globo radical, um sucedâneo do poço da morte protagonizado pelos Brasil Raiders, em que três motociclistas circulam na esfera sem milagrosamente embaterem. O "frisson" tomou conta dos presentes quando o funambulista canadiano Laurence Tremblay percorreu de olhos vendados a corda colocada a 40 metros de altura.

Entre o público foi possível encontrar centenas de crianças para quem o espetáculo teve significado especial. A Associação JN Solidário distribuiu um elevado número de bilhetes por várias instituições de solidariedade da região (Centro Juvenil de Campanhã, Casa do Gaiato, Joãozinho Hospital Pediátrico, IPO Ala Pediátrica. Acreditar - Associação de Pais, Amigos de Crianças com Cancro, Associação Branco e Negro Vitória de Campanhã), permitindo um Natal diferente a muitos jovens. Às duas instituições de Campanhã também foram oferecidos livros da coleção Martine.

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