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Governo paga para espanhóis gerirem Metro do Porto sem riscos

Governo paga para espanhóis gerirem Metro do Porto sem riscos

O Governo recua e já admite dar indemnizações compensatórias ao futuro operador do metro do Porto. Mas essa possibilidade, que diminui o risco do privado e melhora a equação financeira do negócio de concessão, nunca foi incluída no caderno de encargos nem divulgada publicamente pela Metro ou pelo Estado.

Beneficiará o consórcio catalão - a quem foi adjudicada a exploração do sistema do metro a partir de 1 de agosto deste ano e até 31 de julho de 2025. Porém não entrou nas contas feitas pelas restantes empresas que levantaram o caderno de encargos e não chegaram a apresentar propostas no concurso por causa do risco do negócio. Até a Câmara do Porto, após uma avaliação económica, desistiu de ir à corrida por considerar que o negócio seria inviável sem indemnizações compensatórias. Só que, afinal, o Governo está disposto a dar "compensações financeiras" em circunstâncias específicas que a Metro do Porto e o Ministério da Economia não revelam. O compromisso está vertido no Relatório e Contas do ano passado da Metro.

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