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Hospital de São João e Centro Materno Infantil recebem Prémio D. António Francisco

Hospital de São João e Centro Materno Infantil recebem Prémio D. António Francisco

O Hospital de São João e o Centro Materno Infantil do Norte foram galardoados, esta segunda-feira, com o Prémio D. António Francisco referente a 2020, um ano marcado pela pandemia. A distinção vale 75 mil euros.

"Este prémio é um reconhecimento importante do esforço de todos aqueles que trabalham no hospital e que tiveram funções suplementares em condições bastante difíceis", afirmou Paulo Barbosa, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Porto, que integra o Centro Materno Infantil do Norte.

Atribuído, em conjunto, pela Associação Comercial do Porto, a Irmandade dos Clérigos e a Santa Casa da Misericórdia do Porto, o prémio, de 75 mil euros, foi recebido por Paulo Barbosa, do Centro Materno Infantil, e por Fernando Araújo, do Hospital de São João.

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"A verba já tem um destino e servirá para ajudar os mais necessitados. Vamos aproveitar para ajudar nas obras de reabilitação das casas dos pais, nas famílias mais carenciadas. O Centro Materno Infantil tem uma casa para abrigar os pais das crianças que nascem ou das que estão internadas, quando os pais não têm meios financeiros para ficar no Porto", explicou Paulo Barbosa, indicando que o valor recebido, metade dos 75 mil euros, é uma grande ajuda para a reabilitar e aumentar a Casa dos Pais.

O Prémio D. António Francisco surgiu para "captar o sentido de trabalho de algumas instituições e procurar valorizar as suas ações, que se traduzem no reconhecimento público, o que para os seus profissionais e dirigentes é uma motivação", referiu, ao JN, Manuel Fernando, presidente da Irmandade dos Clérigos, reforçando que esta distinção serve também para homenagear o anterior bispo do Porto, António Francisco dos Santos.

"D. António Francisco era bispo e puramente um homem do Norte. No Porto teve uma ação extraordinariamente importante na área social, procurando agregar várias associações e conhecê-las por dentro", sublinhou.

"É um prémio que reporta a 2020 e à pandemia, mas também já esteve associado a outras questões, como foi o caso dos refugiados e das instituições que os apoiam", observou Nuno Botelho, da Associação Comercial do Porto.

"A atribuição depende, ano após ano, dos assuntos que vão surgindo na sociedade. Para este ano ainda não está decidido", revelou.

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