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Protesto

Alunos da Aurélia de Sousa queixam-se das condições da cantina

Alunos da Aurélia de Sousa queixam-se das condições da cantina

Uma falha técnica no gás que abastece a cantina originou, esta segunda-feira, à tarde, o protesto dos alunos da Secundária Aurélia de Sousa, no Porto, que se insurgiram contra as condições da escola e o almoço restringido a hambúrgueres.

"Hoje não havia condições para abrir as portas da escola. Um hambúrguer é insuficiente", referiu José Miguel, de 18 anos e aluno do 12.º ano , em frente ao estabelecimento de ensino, onde se juntaram muitos colegas no intervalo das aulas.

"Já tinha comprado o almoço e acabei por ir almoçar fora. A escola não cumpriu os regulamentos, avisaram-nos em cima da hora", disse Nerendra Silvestre, do 11.º ano.

Apesar dos pedidos de esclarecimento, ninguém da Direção falou aos jornalistas. Coube a uma funcionária explicar o sucedido: "De manhã foi detetada uma avaria no gás que abastece a cantina. Sem fogão, socorremo-nos do formo elétrico. Servimos hambúrgueres, salada e fruta. Procurámos minimizar o problema. Já cá veio um técnico da Parque Escolar e a falha ficou resolvida."

Entre as queixas dos alunos relativamente à Secundária também foi mencionada a falta de papel higiénico nas casas de banho e de projetores nas salas de aulas.

No início de fevereiro, a Aurélia de Sousa foi falada devido ao desagrado dos encarregados de educação quanto às dificuldades financeiras da escola, nomeadamente pelo peditório levado a cabo pela Associação de Pais para comprar lâmpadas para os projetores.