Eleição

Emídio Sousa é o novo presidente do Conselho Metropolitano do Porto

Emídio Sousa é o novo presidente do Conselho Metropolitano do Porto

O presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa (PSD), foi, esta sexta-feira, eleito presidente do Conselho Metropolitano do Porto, com 16 votos a favor e um voto em branco.

A eleição, por votação secreta, decorreu hoje, em reunião ordinária do CmP, no Porto, depois de Hermínio Loureiro ter renunciado em dezembro ao cargo de presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis e, por inerência, da liderança deste órgão autárquico da Área Metropolitana do Porto (AMP).

O nome de Emídio Sousa para presidente do CmP foi proposto esta manhã pelo presidente da Câmara da Maia e líder da distrital do PSD do Porto, Bragança Fernandes, que o classificou como "um homem que agrega e não desagrega, um homem de consensos".

O nome do autarca da Feira para a presidência do CmP já tinha sido escolhido na sequência de "um acordo ético de princípio entre os líderes das distritais do PSD do Porto e de Aveiro", para quem foi consensual, no início do mês, propor Emídio Sousa.

Também por essa ocasião a distrital do PS/Porto garantiu que o nome indicado pelo PSD para liderar a AMP seria aprovado, cumprindo-se assim o acordo estabelecido entre os dois partidos nas autárquicas de 2013.

O CmP mantém como vice-presidentes Joaquim Couto (PS) e Bragança Fernandes (PSD), presidentes das câmaras de Santo Tirso e maia, respetivamente, bem como a comissão executiva.

Após tomar o lugar, Emídio Sousa apresentou um voto de louvor ao seu antecessor, Hermínio Loureiro, por todo o trabalho que desenvolveu na AMP enquanto presidente do CmP.

Nesta reunião, foi também cumprido um minuto de silêncio por Guilherme Pinto, antigo presidente da Câmara de Matosinhos, que morreu no dia 08, vítima de doença prolongada, por proposta de Joaquim Couto, que hoje assumiu o lugar de presidente do CmP até à eleição de Emídio Sousa.

O socialista de Santo Tirso deu ainda as boas-vindas aos novos autarcas de Matosinhos e Oliveira de Azeméis, Eduardo Pinheiro e Isidro Figueiredo, respetivamente.

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