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Interrupção do metro enche a ponte de gente apressada

Interrupção do metro enche a ponte de gente apressada

Muitos passageiros preferem fazer a travessia a pé, apesar de haver autocarros alternativos. Chegar a horas ao emprego é uma dor de cabeça. Metro admite reforçar serviço de "shuttle".

Muitos atravessam a ponte a pé, outros aproveitam a boleia do "shuttle" para chegar à margem contrária do rio Douro. Com a circulação do metro no tabuleiro superior da Ponte Luís I interrompida desde sábado, devido a uma avaria num dos aparelhos de dilatação da estrutura, a linha Amarela passou a operar de forma degradada entre as estações de S. Bento e do Hospital de S. João, e no troço entre Santo Ovídio e o Jardim do Morro.

Nos terminais, há seguranças a indicar a paragem para efetuar o transbordo e assegurar uma coordenação entre a chegada do metro e a partida dos autocarros. Com o desvio pela Ponte do Infante, a viagem demora mais dez minutos. Em dias de congestionamento, será preciso mais tempo. "Isto causa muito transtorno", lamentou Amélia Mota, que mora em Gaia e trabalha em Gondomar.