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Invicta rejuvenesce com novos projetos

Invicta rejuvenesce com novos projetos

Modernizar as estruturas icónicas da cidade criando espaço para o comércio local, apostar na mobilidade e criar novos locais de lazer e cultura. São os objetivos dos projetos que estão previstos para o Porto nos próximos tempos.

Uns já arrancaram, outros ainda não saíram do papel, mas todos prometem revolucionar o funcionamento da cidade.

Ponte D. António Francisco

Com um investimento a rondar os 29 milhões de euros, a Ponte D. António Francisco será a sétima ligação entre Porto e Gaia e tem como objetivo aliviar o trânsito no tabuleiro inferior da Ponte Luís I - que continua à espera de obras de requalificação. Ao mesmo tempo, prevê resolver o elevado tráfego local na Ponte do Freixo. O concurso público para a construção do projeto deverá ser lançado ainda este ano.

Matadouro de Campanhã

Na mesma zona da cidade nascerá o novo Matadouro. Uma estrutura encerrada há 20 anos e que dará lugar a espaços empresariais, comerciais , de lazer e destinados à ação social. Deverá ser um projeto-âncora na reabilitação da parte oriental da cidade, uma zona pouco procurada pelo turismo e por isso mais esquecida. O projeto do arquiteto japonês Kengo Kuma foi lançado em 2016, em Milão, Itália, e irá agora avançar com um investimento de 40 milhões. Após um ano, o projeto recebeu luz verde do Tribunal de Contas para avançar em meados de abril.

Terminal Intermodal

O novo Terminal Intermodal de Campanhã (TIC), já em fase de construção, tem como objetivo mudar o funcionamento dos transportes e da mobilidade na cidade do Porto. Com aposta na sustentabilidade, o interface vai dar à zona oriental do Porto a maior cobertura verde da cidade. O investimento é de 12,7 milhões de euros e deverá ficar concluído em 2021. O TIC albergará no mesmo espaço comboios, metro, a rede da STCP e autocarros intermunicipais e regionais.

Nova linha na rede de metro

A construção da nova linha de metro, a Linha Rosa (Aliados/Praça da Liberdade -Casa da Música/Boavista), deverá ter um impacto grande na mobilidade da cidade. A nova linha deverá retirar nove mil carros por dia das ruas da cidade. O projeto terá um preço-base de 235 milhões de euros e há já seis propostas para a sua construção. As obras deverão arrancar no segundo semestre deste ano, devendo ficar prontas em 2023.

Requalificação do Mercado do Bolhão

Inaugurado em 1914, o Mercado do Bolhão encerrou em 2018, com elevado estado de degradação, para uma obra de requalificação no valor de 22,4 milhões de euros. A conclusão estava prevista para este ano, mas as dificuldades na construção da cave atiram a reabertura do espaço para 2021. O novo Bolhão irá ter 42 bancas, 12 lojas exteriores e seis espaços para restaurantes.

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