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Limpar grafítis custa milhares às câmaras

Limpar grafítis custa milhares às câmaras

Limpar grafítis já custou mais de um milhão de euros à Câmara do Porto nos últimos quatro anos. Os desenhos aparecem nas ruas, à entrada de lojas, nas portadas e em edifícios históricos, provocando um prejuízo de milhares de euros em limpezas às autarquias do Grande Porto. "Lixo visual" é como comerciantes e moradores caracterizam o ato de vandalismo.

Recentemente, as pichagens têm aparecido em obras de escultura, nomeadamente numa peça de Pedro Cabrita Reis, junto ao Farol da Boa Nova, em Leça da Palmeira, Matosinhos. A obra, que custou cerca de 300 mil euros, foi pintada com mensagens críticas duas semanas depois da inauguração.

No que toca a restauros de edifícios e de várias obras emblemáticas da cidade de Matosinhos alvo de vandalismo, a Autarquia prevê gastar mais de 200 mil euros em restaurações. Segue-se Valongo, com despesas de mais de 190 mil euros. Em Gondomar, estima-se que a limpeza desses locais custe 130 mil euros por ano.

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