Exclusivo

Lojas de nicho ou aposta em serviços ajudam velhos shoppings a sobreviver

Lojas de nicho ou aposta em serviços ajudam velhos shoppings a sobreviver

Com vários donos de estabelecimentos, velhos centros comerciais são geridos como condomínios. A clientela fiel também é essencial para manter as portas abertas.

"É tudo original", confirmava, a olhar em volta, a solitária administradora do Centro Comercial Cedofeita, sem imaginar que acabara de condensar num adjetivo toda a definição do espaço, desde o edifício com mais de quatro décadas até ao atual conceito das lojas que ali moram e que vão mantendo vivo o segundo maior shopping a abrir no Porto.

À deriva, algures entre os finais da década de 1970 e os dias de hoje, os pequenos centros comerciais que despontaram na senda do entusiasmo gerado pelo icónico Brasília, inaugurado em outubro de 1976, continuam à procura de um lugar no mercado. Mas viveram tempos áureos nos anos 1980, depois de o estrondoso sucesso do imponente edifício envidraçado entre a rotunda e a Avenida da Boavista fixar a Invicta como a morada do primeiro shopping da Península Ibérica.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG