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Marques dos Santos: "Provedor do munícipe não é fiscal dos serviços da Câmara"

Marques dos Santos: "Provedor do munícipe não é fiscal dos serviços da Câmara"

Marques dos Santos é o rosto de um cargo inaugurado e exercido pela "melhoria contínua" da cidadania e dos serviços prestados aos cidadãos do Porto.

O Poder Local democraticamente instituído em Portugal demorou quase meio século a estabelecer a figura do provedor do munícipe. "Tudo leva o seu tempo", observa Marques dos Santos. Chegou também a hora de saída do ilustre académico que inaugurou e geriu, durante o anterior mandato de Rui Moreira, o gabinete ao qual os portuenses se dirigem desde junho de 2018 para defender os seus interesses e garantias junto da Câmara. Aos 74 anos (faz 75 a 31 de janeiro), o antigo reitor da Universidade do Porto deixa o cargo que exerceu como "uma experiência interessante" e passa o testemunho a Maria José Azevedo, ex-jornalista e ex-deputada municipal, que será empossada em janeiro.

Que balanço faz do seu mandato?

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