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Na Baixa do Porto também se reabilita sem demolir

Na Baixa do Porto também se reabilita sem demolir

Há, pelo Porto, inúmeras intervenções em imóveis antigos, e não é raro ver fachadas em equilíbrios verticais, despojadas do interior que um dia lhes deu sentido porque o corpo do edifício foi arrasado para ser construído de novo. Mas não tem - e não deve, dizem especialistas, ao JN - de ser sempre assim. Porque reabilitação não é sinónimo de destruição.

"A demolição é uma coisa bárbara, feita por aqueles que não sabem [reabilitar]", afirma o arquiteto Joaquim Massena, que assina o projeto de reabilitação de um edifício de cinco pisos perto do Bolhão, na Baixa, e juntou aos trabalhos a especialidade de conservação e restauro.

Essas são velhas batalhas de Susana Lainho, e é por isso que trava a guerra em duas frentes, a lutar pela preservação interior e exterior do edificado antigo. Sobretudo, dos edifícios que encerram significativo património artístico, como os dois em que está a intervir nas zonas do Bolhão e Clérigos.

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