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Nem o Natal salva um "ano para esquecer" para o comércio tradicional

Nem o Natal salva um "ano para esquecer" para o comércio tradicional

Mau tempo também contribui para a crise no setor, afastando clientes para centros comerciais.

Ruas quase desertas, lojas com descontos tentadores nas montras mas sem clientes a entrar e muita chuva que tem levado as pessoas para o conforto dos centros comerciais. Assim tem sido a realidade de quem vive a época natalícia no comércio tradicional do Porto. E, de acordo com lojistas ouvidos pelo JN "não é só o Natal que será para esquecer, mas o ano inteiro". Há raras exceções.

Quando, há 40 anos, Jayendra Manilal, de origem indiana, mas nascido em Moçambique, decidiu abrir negócio no Porto, a Rua de Cedofeita era equiparada, ao nível de afluência de clientes, à movimentada Rua de Santa Catarina, gozando da benesse do aluguer dos estabelecimentos serem mais baratos. Agora "dessa Cedofeita não existe nada", lamenta o comerciante de roupa de criança.

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