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Passe único na Área Metropolitana do Porto custou mais do que o previsto

Passe único na Área Metropolitana do Porto custou mais do que o previsto

A implementação do passe único na Área Metropolitana do Porto custou mais do que o previsto.

A comparticipação de 15,08 milhões de euros, concedida pelo Governo no âmbito do Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART) a partir de abril de 2019, foi insuficiente e as câmaras têm entre mãos uma fatura superior a 2,37 milhões para pagar aos operadores. Os autarcas vão custeá-la, mas pedem o acerto de contas ao Estado. O Governo diz que não tem de ressarcir.

A procura do transporte público no Grande Porto disparou com a entrada em funcionamento dos passes únicos a 30 e a 40 euros, tendo sido vendidas mais 514 mil assinaturas Andante do que no ano anterior. A verba de 15,08 milhões, consagrada pelo Governo e que gerou polémica por ser três vezes menor do que o montante destinado à Grande Lisboa, revelou-se insuficiente. Por lei, os municípios do Grande Porto acrescentaram 377 056 mil euros aos 15 milhões do Estado. Mesmo assim, o ano de 2019 findou com um défice, que ainda não foi pago aos operadores.

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