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Proposta da CDU para alterar nome do Super Bock Arena foi recusada

Proposta da CDU para alterar nome do Super Bock Arena foi recusada

A CDU levou, esta segunda-feira, à Assembleia Municipal do Porto, uma proposta de recomendação para alterar a nova designação do Pavilhão Rosa Mota, nos Jardins do Palácio de Cristal. Foi recusada com 22 votos contra do Movimento Rui Moreira e um do PSD.

O deputado da CDU, Rui Sá, afirmou que a decisão, tomada em reunião de Executivo pela Câmara Municipal do Porto, sobre a nova designação do Pavilhão Rosa Mota vai contra o resultado final, pedindo à Autarquia que invertesse a designação atual. "A decisão da Câmara de renomeação do pavilhão foi no sentido de se acrescentar uma nova designação. O que verificamos é que o que surgiu foi uma inversão desses termos. Vê-se, na própria fachada do edifício, a diferença entre as duas designações", sustentou o deputado.

Pedro Lourenço, do Bloco de Esquerda, apoiou a proposta de recomendação, garantindo que "a decisão não teve suporte legal". "O que foi aprovado em reunião de executivo - e consultadas as atas e o caderno de encargos do pavilhão -, não foi o que a Super Bock e o concessionário fizeram", assegurou.

Apesar de contar, ainda, com o apoio do partido socialista, a iniciativa da CDU teve 22 votos contra do Movimento Rui Moreira e um do PSD. O deputado, Alberto Machado, considera que "o importante é perpetuar o nome de Rosa Mota e executar a obra sem custos para o município".

Orçamento para 2020 é "dos maiores de sempre"

Até setembro de 2019, a Câmara do Porto somou 270,5 milhões de euros, um valor superior em 20,6 milhões para o mesmo período de 2018. Para o próximo ano, a Autarquia anunciou "um dos maiores orçamentos de sempre", totalizando 315 milhões de euros.

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A discussão do documento na Assembleia Municipal desta segunda-feira passou pela reabilitação do património portuense, como as obras no Mercado do Bolhão, a reabilitação do Cinema Batalha e da Escola Secundária Alexandre Herculano. Apesar de serem vistas como benéficas para a cidade pelos diferentes partidos, foram-lhes apontadas atrasos.

Foram feitas sugestões ao Executivo que passaram pela redução da carga fiscal, mais habitação social, residências universitárias e ainda a necessidade de criar salas de consumo assistido na cidade.

Esta última, garantiu Rui Moreira, está presente no orçamento por 400 mil euros, em três anos. O autarca frisou ainda que esses espaços não poderão ser criados pela Autarquia, mas sim pela Direção-Geral de Saúde.

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