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"Pulmão verde" escapa aos incêndios apesar do lixo e da falta de sapadores

"Pulmão verde" escapa aos incêndios apesar do lixo e da falta de sapadores

Apesar dos concelhos que fazem parte do Parque das Serras do Porto constarem entre os cinco municípios a nível nacional com maior número de incêndios até ao final de julho, aquele pulmão verde da Área Metropolitana do Porto tem escapado quase incólume ao fogo.

O incêndio mais grave deflagrou a 17 de julho, em Sobrado, Valongo, e propagou-se até Santo Tirso, onde atingiu dois canis e matou 73 animais.

O parque tem quase seis mil hectares de floresta, eucaliptos na maioria, mas a paisagem tem-se mantido a salvo este verão, com a exceção de pequenas áreas ardidas como a verificada na serra de Santa Justa, às portas da cidade de Valongo, ou em Senande, já na zona de Aguiar do Sousa, Paredes. Um cenário longe dos momentos de pânico vividos há 14 anos, quando as chamas quase cercaram a aldeia. "Tem sido muito calmo por aqui e não têm havido os incêndios que todos os anos aconteciam por estas bandas", conta Tatiana Pereira, que gere o café dos pais, a Tasquinha do João, em Aguiar.

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