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Quando há camionistas e psicólogas que decidem ser cabeleireiros

Quando há camionistas e psicólogas que decidem ser cabeleireiros

São cada vez mais os profissionais de outros ramos que ficaram desempregados e decidiram tirar os cursos ministrados pela escola da associação do setor, no Porto.

Foram contabilistas, militares, psicólogos, camionistas e até bancários. Mas quando a pandemia lhes mudou o rumo da vida, deixando-os no desemprego, entenderam que era a oportunidade de concretizarem um sonho, consecutivamente adiado, ou uma forma de nunca lhes faltar trabalho. Esta é a realidade de muitos dos alunos que estão a tirar os cursos de cabeleireiro e de barbeiro na escola da Associação de Cabeleireiros de Portugal (ACP), com sede no Porto.

"Ainda que a pandemia tenha trazido constrangimentos, que inclusive obrigaram à interrupção da formação, esta é uma profissão que não tem desemprego", diz Fernando de Sousa, presidente da ACP. Tanto assim que "a grande maioria da turma de cabeleireiro - constituída por 12 formandos - e que realizam a prova final amanhã, já trabalham", destaca Cristina Ferreira, coordenadora pedagógica e secretária-geral da ACP. Um motivo de "orgulho", sublinha Fernando de Sousa.

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