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Quando o semáforo é o sustento dos artistas

Quando o semáforo é o sustento dos artistas

Na grande maioria são estudantes. Vivem desde criança com o sonho do circo, atividade que por causa da pandemia praticamente desapareceu. Em Portugal, apenas cinco circos clássicos estão a trabalhar.

Sem apoios e muitas vezes sem retaguarda familiar estes jovens das escolas portuguesas aproveitam os tempos livres para alegrar os automobilistas que param nos semáforos em troca de uma simples moeda, o suficiente para sobreviverem.

Pelas ruas e avenidas do Porto, sempre que o sinal fica vermelho para os automobilistas irrompem com números de malabarismo e acrobacias. "São tantos e é terrível o facto de não haver trabalho para todos eles desenvolverem a sua criatividade", diz Julieta Guimarães, responsável pela Erva Daninha, companhia de circo contemporâneo portuense, também ela a passar por momentos dramáticos. Julieta fala em "incerteza e da muita falta de compromisso" das entidades contratantes o que impede que companhias como a sua possam ajudar muitos destes jovens artistas.

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