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Sapadores e Câmara do Porto em fusos opostos por causa das horas extra

Sapadores e Câmara do Porto em fusos opostos por causa das horas extra

Os sindicatos exigem remuneração de trabalho suplementar para os Sapadores. O Município do Porto diz que o Batalhão está abrangido pelo regime de disponibilidade permanente e alega que não tem base legal para pagar.

Conflito aberto nos Sapadores Bombeiros do Porto, em torno de uma questão primordial: "jornada contínua" ou "disponibilidade permanente"? Não faltam guiões jurídicos à medida de quem, entre os trabalhadores, os operacionais, e a patroa, a Câmara Municipal do Porto, puxa de legislação para argumentar como melhor lhe convém. Trabalho de sapa para sindicalistas e juristas e braço-de-ferro para durar, na discussão de turnos, na reivindicação de trabalho extraordinário remunerado, folgas, férias ou subsídios.

Assim vai, nos últimos tempos, o debate entrincheirado no batalhão da Rua da Constituição: de um lado, sindicalistas, que reclamam horas extraordinárias e subsídios de alimentação e ainda denunciam alegados atropelos do Comando no retorno de folgas e na marcação de férias; do outro, o município, que nega e diz não poder remunerar o reclamado trabalho suplementar, porque nem sequer o reconhece na lei.

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