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Tuk-tuk no Porto: "Já não passamos tanto tempo a olhar para o lado"

Tuk-tuk no Porto: "Já não passamos tanto tempo a olhar para o lado"

Condutores de tuk-tuk no Porto começam a ter mais trabalho e acreditam que a situação melhorará até ao final do ano.

Fábio Faria tem o auricular sem fios colocado, sorriso fácil, o "tuque" da "Tuking People/Douro Acima" impecavelmente limpo à espera de turistas ávidos por conhecer a cidade e uma espera pela frente, junto à Torre dos Clérigos, no Porto. "As coisas estão a melhorar, já não ficamos tanto tempo a olhar para o lado", avalia, otimista.

Dois confinamentos, um deles cumprido em férias e outro em lay-off, e a sucessão de dias de trabalho em serviços mínimos forçados pela falta de clientes garantem-lhe perspetiva. A filha Valentina, nascida no verão do ano passado, adoçou o tempo em casa. "O melhor da pandemia foi estar dez meses com a minha filha", conta. Fátima, a mulher, ficou em lay-off após a licença de maternidade. "Estive em casa 14 meses", contabiliza a lojista, de 24 anos.

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