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Viagens de "apertos e grande desconforto" no metro do Porto

Viagens de "apertos e grande desconforto" no metro do Porto

Composições cheias levam passageiros ao desespero, até porque há quem não consiga entrar. Empresa avança com medidas para aumentar a oferta.

"Há dias que quase não consigo entrar, e quando consigo vou sempre de pé e apertada". As palavras são de Carina Remelgado, mas espelham o sentimento de milhares de passageiros do metro do Porto, cujas composições circulam com lotação quase esgotada, sobretudo nas horas de ponta. Há muita gente que fica em terra. Falta de horários e poucos veículos são as principais queixas dos utentes.

Em resposta ao JN, a Metro do Porto reconheceu que a "procura na rede tem vindo a crescer exponencialmente ao longo deste ano", atingindo os níveis de pré-pandemia. Por exemplo, na Linha Amarela, que faz a ligação a Gaia e é a mais procurada da rede, viajam diariamente perto de 80 mil clientes. Na Linha Laranja, onde também se multiplicam queixas, há cerca de sete mil passageiros por dia.

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