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Voluntários sem descanso para preparar a Queima das Fitas do Porto

Voluntários sem descanso para preparar a Queima das Fitas do Porto

São 500 os alunos que trabalham na festa. Queimódromo terá menos barracas. Rondas para prevenir comportamentos de risco dos alunos.

Enquanto a maioria dos alunos só pensa na diversão, há umas quantas centenas que andam a trabalhar para que nada falhe na tão ansiada Queima das Fitas do Porto, que arranca na noite do próximo sábado com a serenata. São 500 os estudantes que há quase um mês asseguram voluntariamente o trabalho de bastidores. Seja na montagem das estruturas que estão no Queimódromo, seja na organização dos eventos culturais que acontecem na próxima semana, ou nas formações que frequentaram para estarem aptos a realizar rondas de prevenção de comportamentos de risco.

Está é, aliás, uma das novidades da organização deste ano, porque os alunos das áreas da Saúde - Enfermagem, Medicina, Nutrição e Farmácia - não só vão colaborar com a Cruz Vermelha Portuguesa no habitual apoio clínico no Queimódromo, como terão um papel ativo no recinto quando realizarem rondas de prevenção de comportamentos de risco. "Numa atitude muito positiva na forma de falar e atuar com os colegas, tentaremos que haja menos idas às Urgências. Temos consciência de que, por não ter havido Queima durante os dois últimos anos, possa haver situações mais delicadas, mas estamos a preparar-nos para isso", disse ao JN Marco Nunes, 23 anos, aluno de Enfermagem.

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