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Voluntários sem mãos a medir para fintar a pandemia

Voluntários sem mãos a medir para fintar a pandemia

No IPO do Porto cerca de 500 pessoas dedicavam as suas vidas a ajudar os outros. Atualmente, podem entrar apenas 15 por dia.

"Estamos cá, não para nos valorizarem, mas para ajudarmos". O desabafo altruísta é de Arlete Costa, 68 anos, que desde que se reformou de gerente bancária, se dedica a acolher os doentes que diariamente chegam ao IPO do Porto. Nesta instituição, os voluntários já foram cerca de 500, mas as restrições impostas pela pandemia só permitem que agora sejam 75 (15 por dia). E alturas houve, entre março e junho, que estiveram todos impedidos de ajudar.

"Era uma dor de alma ver os doentes aqui a chegar, desnorteados e sem qualquer orientação", desabafou ao JN Monick Leal, 40 anos, psicóloga no IPO e coordenadora do apoio ao doente, que abrange não apenas o voluntariado mas também o apoio social.

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