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Aluguer de quartos já não dá sustento à Póvoa de Varzim

Aluguer de quartos já não dá sustento à Póvoa de Varzim

Embora haja muita gente, negócio que era tradição no concelho foi "chão que já deu uvas". E também há poucos interessados nas barracas de praia.

"Está pior do que nos anos da covid: os alugueres de barracas contam-se pelos dedos e os nadadores estão a ganhar quase o dobro!", atira Maria do Alívio Bicho. Aos 60 anos, ela e o irmão têm a concessão da praia do Loulé, na marginal da Póvoa de Varzim. Por ali, as barracas já não enchem barriga. Ali a dois passos, na Rua Latino Coelho, Alzira Regufe, aluga quartos a banhistas desde que é gente.

O negócio, que noutros tempos dava de comer a centenas de famílias, já não é o que era. As famílias de Famalicão, Santo Tirso, Guimarães, Braga ou Paços de Ferreira que enchiam a cidade, agora vêm e vão. Das dezenas de alojamentos naquela rua, paralela à praia, restam agora "meia dúzia". A cidade está cheia, mas só durante o dia.

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