Exclusivo

ASAS abre residência autónoma para jovens com deficiência

ASAS abre residência autónoma para jovens com deficiência

É numa acolhedora moradia de três quartos banhada pelo sol, numa zona recatada do centro da cidade dos jesuítas, que a ASAS - Associação de Solidariedade e Ação Social de Santo Tirso encontrou a casa que há muito procurava. Ali está a nascer uma nova resposta - a residência autónoma para jovens com deficiência - da instituição, que ao longo das três décadas que celebra neste ano acolheu quase 500 crianças em risco.

O novo projeto, já aprovado pela Segurança Social e em fase de ajustes finais, surgiu de uma necessidade diagnosticada pela própria ASAS, que também recebe crianças e jovens com problemas a nível de saúde mental e lutava para poder continuar a acompanhá-los na transição para a fase adulta, através da medida de maior acompanhado.

"Esta casa foi pensada para três jovens que tínhamos em acolhimento, de 21, 22 e 25 anos, e que estavam inscritos para esta resposta há mais de 10 anos, mas que tiveram de sair para outra residência autónoma", por terem surgido vagas, recordam ao JN a diretora-geral da ASAS, Gilda Torrão, e a diretora dos serviços sociais, Maria do Céu Brandão, vincando que estes são "processos muito morosos" e que "as vagas [abertas] são pelo país inteiro".

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG