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De revestimentos de casas a mesas de bilhar, tudo se faz com ardósia

De revestimentos de casas a mesas de bilhar, tudo se faz com ardósia

Por dia, na Empresa Lousas de Valongo, localizada junto da pedreira da Milhária, na vila de Campo - que é a mais antiga em atividade - são extraídas cerca de 50 toneladas de ardósia. Matéria-prima que, de acordo com Teotónio Pereira, administrador da empresa, serve para dar resposta às encomendas. "Tudo para exportação! O mercado português praticamente não existe", referiu.

O destino, esse, é a Europa. "Sobretudo a França, que usa a ardósia na construção civil". Mas, a pedra negra é também muito usada "pelos países frios, como a Alemanha, a Dinamarca e a Suíça, para "revestimentos, como os peitoris das janelas, e para pavimentos".

Dada a estrutura "xistosa" da ardósia, que permite a separação em placas das mais variadas espessuras, esta pedra pode ser usada para os mais diversos fins: soletos (espécie de escamas que servem de revestimento das casas e telhados e que impedem a entrada da água), lousas escolares, bancadas de laboratório, devido à sua resistência à corrosão, lareiras, e até mesas de bilhar, pela sua estabilidade.

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