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Iara vive há sete anos calvário que a Justiça está a prolongar

Iara vive há sete anos calvário que a Justiça está a prolongar

Em agosto faz sete anos que óleo a ferver transformou a vida e o corpo de Iara. Há um ano, o tribunal ditou que o dono do café e a cozinheira têm de pagar 350 mil euros. O primeiro recorreu. O calvário continua.

Aos 13 anos, Iara Filipa, a menina que foi queimada com óleo a ferver no café Deu-la-Deu, na Rua de Sá da Bandeira, no Porto, quando tinha apenas seis anos, já está mais alta que a mãe. Mas o "salto" para a adolescência tem sido um calvário : a pele, com cicatrizes extensas nos braços, no peito e nas costas, faz retrações e, a nível emocional, o stresse pós-traumático levou-a a ser acompanhada por um psiquiatra.

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