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Recivalongo pondera queixa no Tribunal de Justiça da União Europeia

Recivalongo pondera queixa no Tribunal de Justiça da União Europeia

Depois de ter sido suspensa a receção de resíduos biodegradáveis no aterro de Sobrado, operado pela Recivalongo, na sequência de uma sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel que validou a decisão da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), "devido ao facto de o aterro de Sobrado não ter condições adequadas ao tratamento dos lixiviados", a Recivalongo diz que pondera, "por não concordar com as diretrizes", "comunicar a situação ao Tribunal de Justiça da União Europeia".

Ao JN, a empresa explica que "vai aceitar o indeferimento de ambas as providências cautelares" - uma delas ligada à descarga de águas residuais diretamente no meio hídrico, que não foi permitida - e aguardar o desfecho da ação principal no Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel.

"Em pleno século XXI, não faz sentido ordenar uma empresa que trata as suas águas ao nível de consumo a descarregar essas águas no esgoto para serem novamente contaminadas e, eventualmente, tratadas por um processo de nível inferior. É absurdo e contraria todos os princípios ambientais que defendemos. Mas essa foi a decisão provisória do tribunal com base nas tomadas de posição da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da CCDR-N", lamenta a Recivalongo.

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