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Valongo instala laboratório para inovar e modernizar administração municipal

Valongo instala laboratório para inovar e modernizar administração municipal

Investigação, criatividade e participação cívica. Novo espaço visa agilizar relacionamento com o movimento associativo e experimentar soluções de partilha entre cidadãos e funcionários da Câmara.

O município da Área Metropolitana do Porto é o quarto - após Coimbra, Lisboa e Loulé - a instalar o chamado Laboratório Experimental Municipal, estrutura que será composta por uma equipa dotada de competências e conhecimentos específicos para abordar e tratar desafios complexos. Contará com a tutoria do LabX - Centro para a Inovação no Setor Público, unidade da Agência para a Modernização Administrativa (AMA).

"Em Valongo, não desperdiçamos nenhuma oportunidade para responder aos desafios que enfrentamos de forma inovadora. Este Laboratório Experimental Municipal é mais um passo decisivo para agilizar e facilitar o relacionamento dos cidadãos com a Administração Pública Local, em particular no que respeita ao movimento associativo do concelho, que, felizmente, tem um elevadíssimo dinamismo, com largas dezenas de associações, de cariz desportivo, cultural, ambiental, social e educativo", disse o presidente da Câmara, José Manuel Ribeiro, para enaltecer o protocolo com a AMA, assinado nesta tarde de quarta-feira, na Vila Beatriz, em Ermesinde.

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O autarca sublinhou "a valorização da energia cívica" com meio de "modernizar o Estado, também ao nível mais próximo, local". No caso de Valongo, trata-se, segundo José Manuel Ribeiro, de dar seguimento ao processo de desmaterialização encetado em 2016 e também de tornar os funcionários do município "digitalmente capacitados" para as respostas que as organizações públicas exigem.

"São coisas simples e extraordinárias", como frisou a secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa. "A pandemia ensinou-nos que, para lá da colaboração, não há melhor forma para reforçar a qualidade da democracia e a confiança das pessoas nas instituições. É muito importante amplificar esta cultura de inovação, também com a participação dos cidadãos. Professo uma crença profunda na participação cívica e nos mecanismos participativos na administração pública", concluiu Maria de Fátima Fonseca.

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