Vila do Conde

Associação das forças de segurança pede apoio para ajudar famílias

Associação das forças de segurança pede apoio para ajudar famílias

"É a maior ação de Natal de sempre" da Associação Desportiva de Árvore Forças Segurança Unidas: os polícias, bombeiros e profissionais da segurança privada que dão corpo e alma à ADAFSU voltam a unir esforços para doar cabazes alimentares a pessoas carenciadas de Vila do Conde, concelho sede da coletividade.

"Temos feito estas ações todos os anos nesta altura e agora o objetivo é ajudar o maior número possível de famílias. Vamos ajudar cerca de 40 famílias, apenas do concelho de Vila do Conde, que estão sinalizadas por situações de pobreza extrema, a passar por grandes dificuldades", adianta ao JN o presidente da associação, Bruno Brini, que apela ao espírito solidário da sociedade, no sentido de todos darem contributos que permitam à ADAFSU, que é um organismo sem fins lucrativos, cumprir a missão.

"Somos uma associação desportiva que tem esta vertente solidária, a qual, neste momento, já é o nosso maior foco. Ajudamos conforme as nossas possibilidades, mas isso só se consegue com a ajuda de toda a gente. Sem as pessoas, não conseguimos fazer nada. Mas, como estamos a passar momentos difíceis, acredito que as pessoas vão parar um bocadinho para refletir e vão ajudar", crê o dirigente da associação de Vila do Conde, que lança o repto "aos colaboradores [da ADAFSU], às empresas e aos cidadãos".

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"Temos recebido muitos pedidos de ajuda na nossa página [de Facebook] e queremos fazer uma ação para que as pessoas consigam passar um Natal mais feliz, já que atravessamos tempos difíceis, e vive-se com mais dificuldade", lembra Bruno Brini, referindo que, para ajudar, basta entrar em contacto com a Associação Desportiva de Árvore Forças Segurança Unidas através da página com o mesmo nome.

"As doações podem ser feitas até ao próximo dia 20, e a partir desse dia vamos começar a efetuar as entregas às famílias", explica o líder da ADAFSU, que continua a debater-se com a falta de uma carrinha que permita assegurar o transporte de bens angariados e dos elementos da associação no decurso das ações solidárias. "É a nossa maior dificuldade neste momento", admite Bruno Brini, que alimenta a esperança de que alguma empresa possa doar uma viatura.

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