Vila Nova de Gaia

Incêndio consumiu toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha em Gaia

Alfredo Teixeira

Incêndio consumiu toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha|

 foto Amin Chaar/Global Imagens

Incêndio consumiu toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha|

 foto Amin Chaar/Global Imagens

Incêndio consumiu toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha|

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Incêndio consumiu toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha|

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Um incêndio num armazém de roupa da delegação da Cruz Vermelha, na Rua de General Torres, destruiu "toneladas de roupa", móveis, livros e o arquivo morto da instituição. Um bombeiro sofreu uma queda e teve de ir ao hospital.

"O foco de incêndio ocorreu na cave onde a carga térmica era enorme e onde estava armazenado o material proveniente das doações como vestuário de homem, de senhora e criança, calçado, livros, móveis, apetrechos técnicos e o arquivo morto", explicou ao JN António Santos, presidente da delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Gaia.

No rés-do-chão do espaço alugado funcionava também a loja social, de venda solidária, que ficou bastante danificada devido à água usada no combate às chamas. Na mesma área funcionam ainda os serviços sociais da delegação que acompanham as famílias apoiadas com o Rendimento Social de Inserção (RSI) e que recebem apoio alimentar e vestuário. De acordo com António Santos, os cabazes não terão sido atingidos pelo fogo.

Seja como for, após soar o alerta, pelas 1.30 da madrugada desta sexta-feira, chegou-se a recear o pior na Rua de Gerenal Torres, no centro da cidade. Foi a responsável pela ação social que estava de serviço quem chamou os bombeiros. "Quando chegamos ao local a cave estava completamente tomada pelo fogo e tivemos de retirar as pessoas que se encontravam no primeiro piso. O combate ao incêndio foi bastante dificultado pela carga térmica gerada pelos bens doados, muitos móveis e papéis", afirmou José Viana, comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Gaia.

Ao início da manhã ainda decorriam os trabalhos de remoção dos detritos na cave e subcave do edifício. A família e os turistas do alojamento local que funciona no primeiro piso regressaram então ao edifício, assim como as famílias em situação de emergência social que se encontravam no edifício anexo, sede da delegação. Pelas 10 horas os bombeiros abandonaram o local.

De referir que no combate ao incêndio, de causas desconhecidas, estiveram 40 operacionais com 15 viaturas, dos Sapadores e dos Voluntários de Coimbrões. Um elemento desta corporação sofreu uma queda e ficou com uma lesão muscular num ombro. Por precaução foi transportado ao hospital. Segundo a Proteção Civil o edifício não sofreu danos estruturais. No local esteve ainda a PSP.