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Não deixam a fábrica nem a cerâmica morrer

Não deixam a fábrica nem a cerâmica morrer

Empresa de Arcozelo, Gaia, suspendeu atividade há dez anos. Mas fundador e funcionários continuam a cuidar das peças e do terreno.

Como um pai fala de um filho. É assim que, aos 74 anos, Manuel Almeida dos Santos, fundador da Cerâmica do Douro, em Gaia, fala sobre cada uma das peças que se encontram no interior da fábrica. Ali, onde "cada peça conta uma história", já quase não há produção. E é assim desde 2010, ano em que a atividade da empresa foi suspensa. Nessa altura, o objetivo "era encontrar um lugar com melhores condições" para a Cerâmica do Douro.

A tão desejada mudança ainda não aconteceu, mas Almeida dos Santos - é assim que todos o conhecem - não perde a esperança. E o amor pelas peças faz com que, dez anos após a laboração na Rua do Dez, em Arcozelo, ter sido suspensa, patrão e antigos funcionários continuem a ir até lá para matar saudades e pôr as mãos na massa.

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