Vila Nova de Gaia

Oliveira não vai a jogo contra presidente socialista

Oliveira não vai a jogo contra presidente socialista

No populoso concelho de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues é recandidato pelo PS. Tenta o terceiro e último mandato. Nas eleições de 2017, venceu em todas as freguesias. Conseguiu um resultado esmagador (61,7% e a eleição de nove vereadores), muito acima da coligação PSD-CDS, liderada por Cancela Moura, que somou 20,3% e elegeu os restantes dois vereadores.

Desta vez, numa frente mais alargada, com a inclusão do PPM, a aposta da coligação de Direita recaía em António Oliveira. O antigo futebolista e ex-selecionador nacional foi uma surpresa tirada da cartola. Deu que falar, por causa da aversão de Rui Rio às ligações entre a política e o futebol. Durou pouco e acabou mal a candidatura, pois Oliveira bateu com a porta, justificando a renúncia com duras críticas ao aparelho social-democrata. No final, a estratégia laranja voltou a recair em Cancela Moura, para ir a votos liderando a Aliança Democrática.

A CDU escolheu a deputada Diana Ferreira, enquanto a primeira opção do BE também passou pelo Parlamento, com o anúncio de Luís Monteiro. As acusações de violência doméstica por parte de uma ex-namorada forçaram, no entanto, a sua desistência. Para o seu lugar, o Bloco designou Renato Soeiro, que repete a candidatura à Câmara de Gaia, após já ter avançado como cabeça de lista nas eleições autárquicas de 2017.

Alcides Couto concorre pelo Chega. O PAN tem como cabeça de lista o biólogo Nuno Oliveira e o Livre apresenta-se com Ana Poças. Vítor Marques lidera a coligação Movimento por Gaia, que junta MPT e PDR. Orlando Monteiro da Silva, ex-bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, é o nome indicado pela Iniciativa Liberal.

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