Gaia

Pais de menino com paralisia precisam de novo espaço para guardar tampinhas que pagam terapias

Pais de menino com paralisia precisam de novo espaço para guardar tampinhas que pagam terapias

Os pais de Rui Mário, um menino de quatro anos com paralisia cerebral, estão à procura de um novo espaço onde possam guardar as tampinhas que pagam as terapias e tratamentos da criança. A garagem que utilizavam até agora foi vendida.

A garagem que guarda as tampinhas de Rui Mário, em Vila D'Este, Gaia, foi vendida há cerca de três meses. Entretanto, e perante a situação delicada, o proprietário tem deixado a família manter lá as tampas de plástico que angariam e que pagam os tratamentos.

"Mas não sabemos quanto tempo nos falta. É um contrarrelógio", admite a mãe, Cristina Ferreira, de 39 anos. "Os prédios onde vivemos pertencem à Gaiurb, mas as garagens não e acabaram por ser vendidas", acrescenta.

A família de Rui Mário tem juntado milhares de tampinhas, também através de donativos e precisa de um espaço onde as possa guardar e divulga na página de Facebook "A Jornada de Rui Mário - o nosso atleta" tanto as angariações de tampinhas como o reflexo das terapias na evolução da criança.

As tampas de plástico são selecionadas e enviadas para a Resialentejo, onde cada quilo de tampas representa 0,50 euros. "Portanto sempre que enviamos as tampas tentamos encher um camião TIR. Dá pelo menos 3500 euros, o que para pagar as terapias é muito pouco", refere Cristina.

A família precisa então de um novo armazém ou garagem para guardar as tampas de plástico.

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